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O bebê passa por uma fase transicional para se separar da mãe e esta fase pode gerar insegurança. Uma maneira eficaz de lidar com esta fase é dar ao bebê um objeto transicional, uma nana.

A nana simboliza a figura materna para a criança. Há uma associação com o colo e o aconchego.

É importante que o bebê tenha uma boa a experiência com a nana, ela deve fazer parte da rotina de adormecer. A mãe ou o pai ao colocarem o bebê no berço ou no carrinho para o sono da noite ou para a soneca do dia devem sempre colocar a nana junto.

Antes de dormir, as crianças gostam de ter por perto objetos familiares para segurar, eles trazem segurança. Com o tempo, ao pegarem a nana, associam à hora do sono.

Os bebês se apegam muito às nanas que viram companheiras não só da hora de dormir, mas também das horas difíceis, como tombos, vacinas.

Bebês que usam nanas adormecem mais facilmente em ambientes diferentes do usual pois a nana representa o ritual da hora do sono. A nana é sempre uma companheira que acalma as crianças.

A minha experiência com nanas é de longa data, minha filha mais velha se apegou a uma fralda que tinha uma textura diferente, esta era a nana dela, ao coloca-la no trocador para vestir o pijama eu já lhe dava a nana e a chupeta (que ela usou até os dois anos). Ao abraçar a nana tínhamos a impressão que seus olhinhos mudavam para farol baixo, do trocador a colocávamos na cama e ela virava de lado com a nana e boa noite. Muitas vezes, já com mais de uma ano, durante a noite eu ouvia “a nana, a nana”, era só ajuda-la a achar a nana e ela voltava a dormir sozinha. Para as sonecas durante o dia a rotina era ainda mais curta, berço, nana e pronto! Já a minha neta mais velha tinha uma nana que era um paninho com braços e cabecinha, tinha o mesmo  apego à nana que a tia. 

Em uma das viagens da minha neta para a praia, a nana não foi. No meio da tarde recebo uma ligação da minha filha se posso entregar a nana para o motoboy que passará para buscar!!!!!